Escenario: Revitalização do Centro de Porto Alegre – 26 de marzo
(equipo Bruna, Estêvão y Luciano)
Texto: Estêvão y Luciano
Introdução
Um projeto de revitalização do centro de Porto Alegre foi apresentado por um Grupo de Empresas interessadas no potencial do mercado imobiliário, na melhor distribuição do trânsito/tráfego e na implantação de um transporte público ecológico e tecnológico. Esse grupo é formado por uma grande agência de publicidade, de onde surgiu a idéia do projeto, através da Diretora de Marketing Érika Stavianou, pelo inventor do Aeromóvel, Sr. Oskar Coester, presidente de uma grande empresa de tecnologia, e por uma grande construtora/empreiteira. A idéia é fazer do centro um bairro charmoso, atraente tanto pra se morar quanto é pra se trabalhar. O projeto é ambicioso mas factível. Prevê a construção de um Aeromóvel ligando as Zonas Sul e Norte, do Cristal ao Aeroporto, desafogando o trânsito do centro com uma opção eficiente, barata, silenciosa e não poluente. Prevê ainda melhorias estruturais, reforma de prédios históricos e criação de centros culturais, construção de cinemas, centros comerciais e empresarias, e marina pública atraente, com restaurantes e bares, além de transporte fluvial com tecnologia desenvolvida pela empresa de Coester, ligando Guaíba e as zonas sul e norte ao centro. Mas para que o projeto saia do papel há que se conseguir a liberação da Prefeitura e seus órgãos competentes, bem como da Associação de Moradores do Centro. Todos os envolvidos têm interesses e cada um quer garantir a sua parte. Convencer a Associação de que o projeto é interessante não será tarefa fácil, pois há prós e contras. As reuniões começam.
Conflito 1
A prefeitura não abre mão da cobrança de uma taxa de ocupação aérea, já que o Aeromóvel será construído sobre pilares que o elevarão a 10m do solo. Essa taxa encareceria demais a construção e operação do Aeromóvel, o que inviabilizaria uma importante parte do projeto. O Aeromóvel é capaz de transportar 300 passageiros de uma só vez, com baixo custo e gasto mínimo de energia elétrica, além de ser rápido e silencioso.
Negociação 1
Para não barrar um projeto com um potencial econômico tão grande, a prefeitura cogita a possibilidade de não cobrar essa taxa das empresas envolvidas no projeto, mas em contrapartida Érika e seus parceiros fariam uma campanha para convencer os moradores do centro a aceitarem o pagamento de um imposto de contribuição de melhorias.
Conflito 2
A Associação de Morados do Centro é formada por proprietários e inquilinos. Os proprietários logo vêem uma boa oportunidade de valorização de seus imóveis e ficam animados com a idéia, apoiando a instauração do novo imposto. Por outro lado os inquilinos percebem que com a valorização dos imóveis e com um novo imposto os aluguéis tenderão a subir, portanto põe-se contra a proposta apresentada pela prefeitura.
Personagens
Publicitária – Érika Stavianou
Empresário e inventor do Aeromóvel – Oskar Coester
Presidente da Associação de Moradores – Dr. Vanderley Torres da Silva tem 42 anos, casado com Suzana da Veiga, é advogado, dono de um próspero escritório de direito trabalhista, pai de 2 filhos adolescentes, Mariana e Fabrício e é proprietário do apartamento 1302, de 3 dormitórios, no prédio 918 da Andradas. Após 15 anos de salgadas prestações do financiamento junto à Caixa Econômica Federal, vê com bons olhos a possibilidade de implantação do projeto de Érika e seus parceiros, pois não agüenta mais ver o centro, onde viveu a vida toda, sujo, escuro e violento. Sua filha Mariana já foi vítima de 3 assaltos e foi por pouco que seu filho Fabrício não se envolveu com drogas pesadas como o filho do vizinho, que acabou indo parar no presídio por tráfico.
Representante dos Inquilinos – Josué dos Santos tem 29 anos, é professor de educação física recém formado, solteiro, e aluga o apartamento 303 do prédio N° 500 da Duque de Caxias. Apesar do imóvel ser pequeno, apenas um dormitório, e de não ser muito caro, Josué, muito desorganizado, está sempre com o aluguel atrasado. As 30 horas/aula semanais que dá na Escola Estadual de 1° e 2° graus Rio Branco não lhe rendem muito dinheiro. Isso faz com que ele tenha que fazer uns “bicos” como Personal Trainner, coisa de que não gosta muito. Além de ser falido, Josué é obcecado pelo seu esporte favorito, o ciclismo, o qual pratica sempre que não está trabalhando e onde investe tudo que pode para melhorar sua performance. Por isso acabou sendo abandonado por sua namorada que se sentia muito só. Já venceu duas baterias do circuito gaúcho de Mountain Bike, classificando-se para o Brasileiro. Porém não conseguiu patrocínio e não pôde disputar a provas do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte. Este ano já não tem mais chances de disputar o campeonato.
*Falta desenvolver a negociação entre as partes da associação de moradores e ver se se chega a uma cooperação.
1 Esquema de escenario renovación del centro - notas
equipo (Bruna, Sebastián y Luciano. Material coordinado por Lena)
Se trabajo sobre una reducción del escenario y los personajes relacionados con el trabajo que viene coordinando Lena “poryecto y campaña de renovación urbana del centro de porto alegre, personaje relacionado: joven publicitaria (personajes y dinámicas del centro de porto alegre, portales de la ciudad, polémicas con la prefectura), el proyecto se presento en sesiones anteriores como una alternativa al proyecto de los portales de la ciudad. Una alternativa al sistema de ciudad dormitorio-ciudad trabajo.
Se opto por trabajar una situación que era una reunión en la que se discutiera o se “vendiera” el proyecto, una reunión con al menos 3 personaje o figuras.
Se adjunto la figura del inventor-empresario Oscar Coester (desarrollado por el equipo de carina y Esteban) por que era parte del trabajo que venia desarrollando Esteban.
Se estudio la relacion entre Érika Stavianou y Oscar Coester, posibles orígenes y logicas de la parcería, esto siempre girando en torno al proyecto “mais alegre”, se incluyo a una empresa constructora o desarrolladora como agente de cohesión y operatividad para tal proyecto.
Se estudiaron los otros personajes y/o agentes; en primera instancia se pensó en una reunion entre empresas y emprendedores (Stavianou y Coester), el asesoramiento jurídico (Luciano) hizo aparecer a la prefectura como elemento de verosimilitud para un proyecto de esas caracteristicas, la manera en que aparece la prefectura es a través de una comisión nombrada a tal efecto, debido a la envergadura y complejidad del asunto.
Se discutió mucho la verosimilitud de Coester como miembro de la parceria, se pensaron opciones para su aparición en tal emprendimiento:
1- inclusión del aeromovel como parte del proyecto de renovación del centro
2- se pensó casi desde el principio en el carácter “ecológico” y “tecnológico” que el perfil de Coester le podría dar a este proyecto
3- la posibilidad de incluir un emprendimiento de transporte fluvial urbano, norte sur, de tecnología limpia y con pivote en el centro,
4- la posibilidad de una reconversión “integral” de la infraestructura del centro en tecnología ecológica y eficiente (energía solar, tratamiento de aguas en edificios, Internet inalámbrico, reciclaje de basura, etc.)
Se dejo la figura de Coester por que representa tanto una visión de la tecnología como fuerza de cambio, como por el posible peso de imagen “progresista” que podría aportar a una campaña así…continua
Tratando de entender las posibilidades dramático-analíticas de la escena de la reunion, se analizaron nuevos actores-agentes que pudieran encarnar las variables de conflicto-negociacion-cooperación.
Se penso entonces en la inclusión de una empresa publica que compitiera por la adjudicación del proyecto. Una competencia entre empresas.
Se ideo un supuesto impuesto las futuras infraestructuras “high tech”, como elemento de conflicto…continua
Se estudio la relación de impuestos, prefectura y la empresa …continua
Por ultimo se descubrió la visible reacción de los moradores del centro a un proyecto así, y se podría pensar en la reacción de emprendimientos en otras partes de la ciudad que se verían afectados por tal proyecto. Se decidió analizar e hipotetizar la reacción de la asociación de moradores del centro a un proyecto así, viendo que los moradores en un primer análisis se podrían dividir en propietarios e inquilinos, afectados de manera bien diferente por la implementación de un proyecto de estas características (cambio del perfil de habitabilidad, revalorización de la propiedad, impuestos a la renovación, posible exclusión de la ecología informal que activa parte de las actividades del centro, etc)…continua
Escenario 2
Roteiro: Arroio Diluvio (Av. Ipiranga)
(equipo: Camila, Ricardo y Federico)
SITUAÇÃO: sobre a Ponte da Erico Verissimo, encontram-se moradores do bairro e uma camionete de uma ONG que distribui alimentos para os moradores de rua que vivem sob a própria ponte. Desde lá de embaixo os sem-teto presenciam a situação, enquanto esperam pela comida. Ao mesmo tempo, Paulo Santana atravessa a passarela diante da ZH e acaba por testemunhar a cena.
CONFLITO: os moradores do bairro são contrários ao assistencialismo da ONG e impedem a distribuição dos alimentos. Em menor número mas no seu direito de ir e vir, a ONG confronta os manifestantes associando-se aos sem-teto para garantir a causa. Os Sem-Teto sobem e juntam-se à ONG. Observando o conflito, Paulo Santana recebe um telefonema do programa de rádio com o qual colabora e pede para entrar ao vivo com seu relato. Ele transforma a passarela em tribuna e começa a reportar com sua filosofia de boteco o que está acontecendo.
NEGOCIAÇÃO: A camionete da ONG chega para distribuir comida para os moradores embaixo da ponte. Os moradores do bairro estão divididos entre os que sentem a necessidade de ajudar os sem-teto (por ser mais fácil ou mais conveniente) e propor uma solução para o problema e aqueles que exigem sua retirada pura e simples, que dizem que eles não passam de vagabundos e que afetam a segurança do bairro. O impasse se cria pois é uma situação que deve ser mediada. Desde a passarela, Paulo Santana observa a situação e é reconhecido pelos moradores de cima e de baixo da ponte. Eles pedem que PS interfira e leve para o jornal e pra rádio a urgência da questão e os argumentos de ambas as partes. PS sem se comprometer com lado nenhum diz que vai fazer o possível. Ele veicula discussões e debates que buscam equacionar o problema. Enquanto isso, os moradores da ponte continuam morando ali.
COOPERAÇÃO: os moradores da ponte concordam em sair dali em troca de um teto. Não têm nada para dar em troca. Os moradores do bairro resolvem atuar em conjunto com a ONG oferecendo condições para que os ST não retornem ao local recomeçando o processo. Resolvem se organizar recolhendo roupas e móveis velhos, além de comida para que os ST tenham condições de se manter por um tempo. Para que tudo isso seja possível, recorrem ao PS para que ele interfira junto à prefeitura para levar as proposições e a disposição do bairro em resolver o problema, mas exigindo para isso que a prefeitura cumpra seu papel de assegurar um teto para aquelas pessoas. PS irradia o exemplo da comunidade para que outras situações de conflito sejam mediadas e solucionadas com o envolvimento de todos apresentando um exemplo de uma cidade possível.


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